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Jovens debatem sobre arte e cultura em roda de conversa virtual

Projeto_Reprodução

Após a realização de 25 atividades artísticas e culturais, o projeto Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social encerra com uma roda de conversa na próxima segunda-feira, 26.07, às 19h, via Google Meet, com a participação de três jovens estudantes: Ana Letícia AyresGabryel Evangelista Rafael Barreto. A mediação será conduzida por Manoela Furtado, artista visual, professora e gestora do projeto. O evento virtual é aberto ao público e gratuito, sem necessidade de inscrição prévia.

Na ocasião, serão debatidos os aprendizados e as trocas feitas ao longo de dois meses de intensa programação artístico-cultural promovida pelo projeto Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social, contemplado pelo Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado pela Secretaria da Cultura do RS (Sedac-RS) em parceria com a Fundação Marcopolo, com recursos da Lei Aldir Blanc no 14.017/20.

O projeto também contará com um catálogo virtual que será lançado para download no dia 10.08, no site integraartes.com. O material apresentará o registro de todas as oficinas e conversas realizadas, imagens dos trabalhos dos mais de 20 artistas e agentes culturais que ministraram as atividades, depoimentos, entre outras informações e referências.

SOBRE A/OS ESTUDANTES

Ana Letícia Ayres nasceu na cidade de Canoas/RS, no ano de 2002. Cursou Administração e hoje faz Bacharelado em Educação Física. Sempre se interessou pela arte, principalmente, pelos trabalhos que se voltam ao feminismo e tratam das relações de gênero e de igualdade.

Gabryel Evangelista também é de Canoas/RS. Nascido em 2002, ele está no 1º ano do Ensino Médio e adora trocar ideias sobre temas transversais na escola. Se interessa, principalmente, pela arte e pela educação antirracista, além de temas que se voltam à igualdade social e às políticas culturais.

Rafael Barreto é outro estudante de Canoas/RS, e nasceu em 2004. Aluno do 2º ano do Ensino Médio, começou a se apaixonar pela arte quando viu que essa era uma forma de liberdade para ele. Um tempo depois, foi amando tudo relacionado à área, inclusive o fato da arte abrir espaço para tratar sobre assuntos relacionados à diversidade.

SERVIÇO

Roda de conversa de encerramento do projeto Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social

26.07, segunda-feira, às 19h, via Google Meet (https://meet.google.com/cwp-wwmt-pqm).

CANAIS DE DIVULGAÇÃO DO PROJETO

Instagramhttps://www.instagram.com/integra.artes/

Facebook: https://www.facebook.com/integra.artes/

Site: https://www.integraartes.com/

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Orquestra Theatro São Pedro, de Porto Alegre, encerra a programação de aniversário dia 27 de junho, às 18h

RENATO BORGHETTI SOLO

Com regência do maestro Evandro Matté, a Orquestra Theatro São Pedro fará o concerto de encerramento da programação que celebra os 163 anos do Theatro São Pedro, que traz Helena Losada (soprano), Hique Gomez (violino e canto) e Renato Borghetti (acordeón) como solistas e participação especial dos músicos Neuro Jr. (violão de sete cordas) e Ricardo Arenhaldt (bateria e percussão). O evento será híbrido, com a presença de público (capacidade reduzida para 30% – que corresponde a 190 espectadores). Os ingressos serão gratuitos, mediante a doação de 2kg de alimento não perecível, disponíveis de 24 a 26 (quinta a sábado), na recepção do Multipalco Eva Sopher (ao lado do Du’Attos Restaurante), das 13h30 às 18h. Não haverá troca de ingressos no dia da apresentação para evitar aglomerações. A apresentação também será transmitida ao vivo pelo youtube do Theatro São Pedro: www.youtube.com/c/theatrosaopedrors.

*este evento disponibiliza medidas de acessibilidade física e de conteúdo

Sobre a Orquestra Theatro São Pedro – POA:

A OTSP foi criada em 1985 e, desde então, tem sido mantida com apoio da iniciativa privada e por um conjunto de associados. Ousadia e busca da excelência são atributos da orquestra,

sempre com o compromisso de honrar tudo o que representa o Theatro São Pedro. A

programação diversificada apresenta obras do repertório da música de concerto, ópera, ballet, música popular e instrumental brasileira. Além da programação de concertos oficiais, a OTSP apresenta anualmente a série de Concertos Theatro São Pedro, série de Concertos Banrisul para Juventude, Concertos Comunitários Zaffari, sob direção artística do maestro Evandro Matté. A criatividade e a originalidade sempre estão presentes na programação que conta com solistas de renome nacional e internacional.

Sobre Evandro Matté | Maestro:

É Diretor Artístico e Maestro da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), da Orquestra

Theatro São Pedro / POA e do Festival Internacional SESC de Música. Seu primeiro contato com a música foi através do trompete, aos 7 anos, atuando como intérprete deste instrumento por 25 anos. Depois de graduar-se em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), fez especializações na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Foi docente na UPF (Universidade de Passo Fundo) e na Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), onde coordenou o MBA em Gestão Cultural. Atuando como maestro desde 2005, tem dirigido diversas orquestras no Brasil, Argentina, Uruguai, República Tcheca, Croácia, Itália, China, Alemanha e EUA. Foi o fundador e coordenador do projeto social VIDA COM ARTE que realiza inclusão social através da música. Possui MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Por sua contribuição cultural ao desenvolvimento das artes francesas no Brasil, em 2019 foi condecorado pelo Ministère de la Culture da França pela insígnia de Chevalier dl´Ordre des Arts et des Lettres.

Sobre Hique Gomez | Violino:

Em 2017 A Sbornia Kontr’Atracka vai Portugal e circula por três cidades Estarreja, Viseu e

Águeda onde fazem o encerramento do Festival Internacional de Artes Multidisciplinares. Em 2018 Fazem concerto com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre chamado “A Ospa Vai a

Sbørnia” no Auditório Araújo Vianna para 3000 pessoas. Com participação do Coro Sinfônico e o Coro Jovem da Ospa. Em 2019 estreia seu concerto junto a Renato Borghetti e a Orquestra de Câmara da Ulbra com regência de Tiago Flores, onde é um dos responsáveis pelos arranjos. Ainda em 2019 lança sua autobiografia “Para Além da Sbørnia”, registro dos 30 anos da trajetória do espetáculo. Em 2020 estreia a web serie “Sbørnia Em Revista”, patrocinado pela Rio Grande Seguros, dando continuidade ao seu trabalho por meio da internet.

Sobre Renato Borghetti | Acordeon:

Detentor do “Primeiro Disco de Ouro da Música Instrumental Brasileira”, se fossemos

encontrar um rótulo ou classificação da obra de RENATO BORGHETTI, o instrumental do

gaiteiro costuma entrar nos arquivos de música étnica ou até jazz fusion, mesmo tendo na

essência ritmos como vanerão, chote, milonga e chamamé. A posição de Borghetti é bastante clara a este respeito: “Minha música é regional gaúcha e minha fonte e rumo é a partir desta posição que desenvolvo meu trabalho”.

Renato Borghetti é versátil, as formações musicais que o acompanham alternam entre Duos,

Quartetos, Quintetos e Sextetos. Com a desenvoltura que abre sua gaita em um salão de baile ou CTG (onde começou) também circula com naturalidade em salas sofisticadas e festivais instrumentais. Renato é frequente atração internacional em festivais do seu instrumento, o acordeon (ou gaita, ou fole, ou sanfona, dependendo da região brasileira) já tendo dividido o palco dentro e fora do país com mestres como o italiano Ricardo Tesi, o irlandês Martin O´Connor, o português Artur Fernandes, o espanhol Kepa Junqueira e músicos brasileiros como Oswaldinho do Acordeon, saudosos Dominguinhos e Sivuca, Hermeto Pascoal e tantos outros. Além da agenda exterior, o músico cumpre extensa programação em território nacional, levando a música instrumental gaúcha aos mais diversos cantões de nosso Brasil.

Sobre Helena Losada | Canto:

Graduada em canto da UFRGS, começou os estudos musicais através do piano, aos 7 anos,

tendo gravado o primeiro disco infantil no ano seguinte. Iniciou-se no canto lírico em 2016,

quando foi selecionada para integrar o Coro Sinfônico da OSPA, com o qual se apresentou

como solista e corista. Integrou os cantores da ópera Don Giovanni, de Mozart, e interpretou a personagem Lauretta na ópera Il Maestro di Música, de Pergolesi. Em 2019, aos 20 anos,

obteve o segundo lugar no Concurso Internacional de Canto Maria Callas. Em 2021 recebeu

bolsa de estudos para Mestrado na Boston University.

FICHA TÉCNICA

Orquestra Theatro São Pedro | Porto Alegre

Maestro

Evandro Matté

Solistas

Helena Losada | Canto

Hique Gomez | Violino e Canto

MINISTÉRIO DO TURISMO E STIHL APRESENTAM

Renato Borghetti | Gaita Ponto

Participação Especial

Neuro Jr | Violão de Sete Cordas

Ricardo Arenhaldt | Bateria e Percussão

Violinos 1

Geovane Marquetti

Francisco Coser

Mariana Teneos

Luiz Guilherme Nóbrega

Elena Romanov

Violinos 2

Geraldo Moori

Robert Cruz

Marina Silva

Gabriel Ludwig

Gustavo Reis

Violas

Caroline Argenta

Naila Domingos

Tiago Neske

Álvaro Aguirre

MINISTÉRIO DO TURISMO E STIHL APRESENTAM

Violoncelos

Milene Aliverti

Douglas Araújo

Rafael Honório Sobrinho

Contrabaixo

Rafael Figueiredo

Oboé

Érico Marques Cunha

Clarinete

Diego Grendene

Administração: Associação Pró-Música de Porto Alegre

Diretoria: Jauro Duarte Von Gehlen, Marcelo

Guerchfeld e Silvio Bento

Direção Artística / Maestro: Evandro Matté

Coordenação Administrativa: Cláudia Ferreira

Maestro Assistente: André Munnari

Produção: Clara Santos

Iluminação/Sonorização: André Hanauer de Freitas

Assessoria de Imprensa: LS8 Consultoria de Imprensa

Design e Publicidade: República das Idéias

LEI DE INCENTIVO A CULTURA

Patrocínio: STIHL e GERDAU

Apoio: INBETTA, DUFRIO e BECK DE SOUZA ENGENHARIA e Confeitaria Barcelona

Planejamento e gestão: Cida Cultural

Realização: Fundação Theatro São Pedro; Secretaria de Estado da Cultura; Secretaria Especial

da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal – Pátria Amada Brasil.

SERVIÇO

Orquestra Theatro São Pedro, Porto Alegre

Concerto Série Especial: “Aniversário Theatro São Pedro”.

Data: 27 de junho de 2021

Local: Theatro São Pedro, 18h (Marechal Deodoro, s/nº – Centro Histórico/POA-RS)

Regência |Evandro Matté

Solista | Helena Losada | Hique Gomez | Renato Borghetti

Classificação Livre

Duração: 1h15

Protocolos de saúde:

Capacidade total: 650 lugares

Capacidade do público para o espetáculo: 30% da capacidade (190 lugares)

Medição de temperatura na entrada do teatro; suporte com álcool gel distribuídos na entrada

e no interior do teatro; poltronas com capas demarcando lugar bloqueado, respeitando as

medidas de distanciamento; e apenas duas pessoas por camarote.

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ArteCultura

Revoage “lança a braba” em NFTs na Fundação Força e Luz

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Depois do sucesso da Exposição Linhas Cruzadas de Lilian Maus, que teve mais de 300 visitantes mesmo em período de pandemia, Revoage é a segunda mostra do ano na Fundação Força e Luz, antigo Centro Cultural CEEE Erico Verissimo. A abertura da primeira exposição do duo formado pelos artistas visuais Santiago Pooter e Erick Peres está marcada para o dia 22/06.

        Criado do encontro entre a vila e o centro, o duo – de mesmo nome Revoage, traz em seu trabalho o cotidiano periférico como objeto de uma pesquisa antropológica dos artistas sobre suas percepções, origens e influências estéticas.  Nascidos em bairros pobres de Porto Alegre/RS, Santiago na Restinga e Erick no Ipê 1, unem elementos formativos como o rap, o funk, o samba, o pixo, com o desejo de estar bem trajado, portando Nike, Lacoste e cabelo na régua.  A autoestima da periferia e a afirmação da necessidade de acessar os centros das capitais, sem hierarquias, percorre todo o trabalho e está representada nas mais diversas linguagens como instalação, desenho, projeções e pinturas expandidas, que representam essa mixagem de elementos presentes em suas realidades.

    O conceito trabalhado pelo duo Revoage conversa diretamente com uma das tendências mais populares da atualidade, a chamada “Estética Brasileira”. Ou seja, aquilo que era visto como perfil criminoso e marginalizado (cabelo loiro pivete, camiseta de time, boteco da esquina, cigarro avulso, tatuagem tribal, etc) virou moda. Isso em paralelo a outra tendência de mercado, o NFT, calcada nas camadas mais elitizadas, como colecionadores e apreciadores de tecnologia. O que poderia ser um choque cultural, caminha aqui para uma convergência entre classes. Já que não é apenas um apelo estético, mas um paradoxo entre crítica e celebração. Esse é justamente o objetivo de Santiago e Erick, mostrar símbolos que fazem parte do cotidiano de todos, delírios de consumo e status, que evidenciam o caráter dual da linha entre classes, marcado pela globalização do mercado. 

     Essa profusão de símbolos é o que o duo escracha como forma de expressão individual que se funde ao contexto coletivo. É possível notar esse jogo entre o que é intelectual e marginal, entre rico e pobre, na instalação principal da mostra, um painel de 5m de comprimento que remonta o conceito de Aby Warburg no “Atlas Mnemosyne”. Porém, numa cartografia de símbolos pop, como adesivos de desenhos animados. Existe um desejo de unir todos os elementos dessa cultura. Desde a expografia pensada como uma playlist musical, onde cada obra é uma track, até a vitrine do Edifício Força e Luz como uma loja de roupas de marca que transmite a vibe do todo.

         Uma ode à juventude periférica, à  cultura pop, arte, inovação e ruptura que convida à pergunta: Não estamos todos buscando a mesma sensação de “poder fazer parte”? 

O NFT e a imaterialidade
    Seguindo, também, as linhas da inovação no ecos(sistema) da arte, os artistas criaram uma instalação com monitores reproduzindo gifs em NFT “Non-Fungible Token” – chave eletrônica criptográfica usada de forma única – onde “token” significa o nome do registro de um ativo em formato digital, e “não fungível” é algo não perecível e original. A obra precisa ser um objeto digital, como um print da tela do celular, uma imagem ou um gif. E isso diz muito sobre a criação dessa criptografia, que surge para diferenciar as réplicas da peça original.

         Portanto, o dono de um NFT é dono de uma espécie de certificado de propriedade intelectual, que garante a autenticidade e unicidade da obra. Artistas de todo o mundo estão criptografando os certificados de propriedade de suas obras e comercializando-os ao invés da própria obra. Já que tudo isso concede ao comprador a garantia de originalidade e ao autor a possibilidade de faturar valores indefinidos. 

        O que levantou uma discussão muito interessante sobre o aprofundamento da imaterialidade da arte como um reflexo do que a tecnologia tem feito com a vida. Aqui está sendo vendida uma ideia que ultrapassa o campo da cultura visual. A unicidade não está na peça em si, mas em seu valor agregado. Como por exemplo na venda do print do primeiro tweet do CEO do Twitter, não foi a técnica artística mas sim sua singularidade que determinou o valor da peça. Podemos identificar claramente essa ideia, também na arte do Revoage, que se utiliza de materiais simples e extremamente simbólicos. A obra “maçã verde” é uma colagem de latas de cerveja Heineken, uma caixa de sapatos da Lacoste, MDF e gesso.

Visitação

        A exposição fica aberta à  visitação geral de 22/06 a 24/07, de terças a sábados, das 10h às 19h, na Fundação Força de Luz, Rua dos Andradas, 1223. Já para uma visita mediada com os próprios artistas é só se inscrever através de formulário com link na bio do Instagram da instituição @cccev_cultura. A entrada é franca.

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CulturaTeatro

Festival Internacional de Artes Cênicas abre inscrições dia 26 de junho

Festó 5 – crédito Vinicius Menezes. Na foto Junior Sifuentes, Gabriel Botelho, Cláudia Carvalho e Siane Leonhardt. MENOR

Até o dia 10 de julho estarão abertas as inscrições para artistas interessados em compor a programação do Projeto Festó, realizado pelo Quarta Parede – Festival Internacional de Artes Cênicas, uma ação cultural resultante de mais uma parceria entre o Grupo Borogodó e a 5 Atos Produções, de Porto Alegre.

A curadoria do festival pretende selecionar e remunerar 10 encenações teatrais direcionadas ao público adulto e 3 atividades formativas de teatro, dança e circo a fim de compor a programação deste ano, que será totalmente online em virtude das medidas de distanciamento social. Gabriel Botelho, um dos criadores e diretor geral, salienta que o evento se apresenta como um agente multiplicador que preza a pluralidade técnica e artística, vendo na inclusão e na acessibilidade eixos fundamentais do compromisso com a representatividade nas artes cênicas gaúchas. Por isso, a produção almeja nesta primeira edição evidenciar a diversidade de linguagens e propostas, tendo um olhar atento aos espetáculos de diferentes regiões do estado à medida que descentraliza os recursos por meio da contratação de artistas educadores, grupos e companhias.  

“Estamos passando por momento inédito e delicado na cultura onde muitos artistas estão impossibilitados de apresentar os seus trabalhos como gostariam, já que dependem do contato direto com o público. É por isso que pensamos em um projeto que fosse exatamente ao encontro desta necessidade, investindo em ferramentas que fossem capazes de gerar novas formas de encontro e propiciar momentos para trocas de saberes e de afeto, mesmo que de maneira virtual. Festivais sempre foram muito importantes para as artes cênicas, seja em relação ao seu contexto histórico, político ou cultural. Do ponto de vista econômico, eles têm um papel substancial na geração de emprego e renda aos diversos profissionais, o que estimula o mercado da cultura e democratiza o seu acesso, fortalecendo a cadeia produtiva da economia criativa.”, complementa o diretor.

O projeto foi contemplado pelo edital Criação e Formação – Diversidade das Culturas, realizado pela Fundação Marcopolo e Secretaria da Cultura do RS através dos recursos da Lei nº 14.017/2020, a Lei Aldir Blanc, e terá sua programação lançada gratuitamente no final de agosto nas plataformas e redes sociais.  Os interessados podem ler o regulamento e se inscrever através do site grupoborogodo.com.br.

Serviço

PROJETO FESTÓ

Inscrições: 26 de junho a 10 de julho no site www.grupoborogodo.com.br

Período do festival: 26 de agosto a 04 de setembro

Realização: Quarta Parede – Festival Internacional de Artes Cênicas e Grupo Borogodó 

Produção Executiva: 5 Atos Produções

Contatoquartaparedefestival@gmail.com

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CulturaLiteratura

Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves inauguram mostra e apresentam publicação em projeto de circulação contemplado pelo FAC/RS

Linha de Voo, livro e exposição – Crédito Bebeto Alves e Antônio Augusto Bueno

Depois das exposições Voo da pedra (2019) e Plano de voo (2020), Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves apresentam o projeto Linha de voo, que teve sua realização adiada em função da pandemia. Assim como nos trabalhos autorais anteriores, os dois artistas visuais contemporâneos transitam entre diferentes linguagens das artes visuais para apresentar uma proposta híbrida. As obras gráficas têm como ícone a figura de um pássaro que sugere uma narrativa visual que aproxima e mescla a fotografia ao desenho num mesmo suporte.

O projeto Linha de voo é uma metáfora construída para falar de liberdade, que cria um questionamento através de uma imagem muito específica de pássaros, que, em voo, vão sendo envolvidos pelo próprio percurso, através de linhas que o demarcam. A busca é de uma perspectiva, de um trajeto e de uma chegada – no traço, no risco, no desenho em céu aberto.

A fim de produzir uma exposição itinerante por três cidades do Rio Grande do Sul, acompanhada de uma publicação, a proposta utiliza tecnologias e meios de inserção na rede para disponibilizar o trabalho experimental para além dos espaços expositivos. Com mostra virtual e exibições presenciais em Uruguaiana, Pelotas e Porto Alegre, o projeto tem financiamento do Pró-Cultura RS Fundo de Apoio à Cultura – FAC, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com produção executiva da Stephanou Cultural.

Com curadoria de José Francisco Alves, a primeira exibição pública ocorre em 19 de junho (sábado), com abertura da mostra virtual no site do Sesc (www.sesc-rs.com.br/galeriavirtual/) e exposição presencial no Sesc de Uruguaiana (cidade natal de Bebeto Alves). Pelotas deve receber Linha de voo no Espaço de Arte Ágape, em agosto; e Porto Alegre (cidade de Antônio Augusto Bueno), na Fundação Força e Luz, em outubro.

As três montagens contarão com os originais presentes no livro homônimo em edição bilíngue (português/inglês) viabilizado pelo edital e que será distribuído gratuitamente, mais alguns trabalhos em médio e grande formato, além de vídeo-arte. Ainda estão previstas lives e intervenções urbanas dos artistas durante a realização do projeto. 

O curador da mostra, José Francisco Alves, é professor do Atelier Livre Xico Stockinger, doutor e mestre em História da Arte e membro da AICA e ICOM. No texto curatorial, ele interpreta: “Para os artistas, este pássaro pode se resumir a uma forma de simbologia do tempo. O grafismo de Antônio em meio ao pássaro capturado por Bebeto é, em verdade, uma escrita sobre o tempo, e o sobre espaço na existência que ocupamos ao percorrer este tempo. O tempo que vivemos antes, agora e depois”.

— > No site https://linhadevoo.wixsite.com/linhadevoo, é possível baixar gratuitamente o livro dos artistas e conferir todas as informações sobre o projeto.

 — > Acompanhe nas redes sociais: Instagram @linhadevoo | Facebook @projetolinhadevoo

— > LINHA DE VOO

Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves

Exposição presencial em Uruguaiana/RS

Período: 19 de junho a 31 de julho | Entrada franca

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e sábados, das 8h às 12h

Endereço: Sesc Uruguaiana | Rua Flores da Cunha, 1.984 – Centro – Uruguaiana/RS

Curadoria: José Francisco Alves

*Quem visitar a exposição presencial poderá retirar gratuitamente o livro Linha de voo

ANTÔNIO AUGUSTO BUENO

Bacharel em Desenho (2004) e Escultura (2008) pelo Instituto de Artes da UFRGS. Desde 1996, vem mostrando seu trabalho em diferentes localidades do Brasil e exterior. Entre as individuais destacam-se: Antes era só o vão – Galeria Mamute; Um outro outono – MARGS; Música de passarinho – MAC-RS, Cabeças – armadilhas para um significado – Museu do Trabalho; Gravetos armados em processo na Pinacoteca – Pinacoteca Ruben Berta; Dez anos no Jabutipê – Jabutipê. Entre as coletivas, destacam-se Sustratos – Museu Zorrilla (Montevidéu/Uruguai); Queermuseu – cartografias da diferença na arte brasileira – Santander Cultural (POA/RS) e Parque Lage (Rio de Janeiro); Emprunts Empreintes – Salon du Vieux Colombier (Paris/França); ArtLive 2011 – CATM Chealse (Nova York/EUA); – Fundação Vera Chaves Barcellos (Viamão/RS). Tem trabalhos em acervos de instituições como Fundação Vera Chaves Barcelllos, MARGS, MAC-RS, UFRGS, Pinacoteca Ado Locatelli, Pinacoteca Barão do Santo Ângelo, Fundação Franklin Cascaes e em coleções privadas como Mônica e George Kornies. Desde 2008, trabalha, ministra aulas e é o curador do espaço expositivo do Jabutipê. É artista representado pela Galeria Mamute.

BEBETO ALVES

Músico, compositor, fotógrafo e artista visual. Com mais de 30 discos lançados, com músicas gravadas por Ana Carolina, Belchior, Ednardo, Kleiton e Kledir e Tânia Alves, entre outros, Bebeto Alves tem se dedicado e trabalhado exaustivamente como artista visual nos últimos anos. Ligado à fotografia e a arte digital, vem desenvolvendo essas linguagens com desenvoltura e criatividade. Desde 2009, participa com regularidade de exposições relevantes no cenário das artes visuais ao Sul do Brasil e tem desenvolvido e proposto novas formas de se trabalhar com a fotografia. Foi diretor do CEMUS, Centro da Música da FUNARTE (Rio de Janeiro); coordenador de Música da Secretaria de Cultura da cidade de São Leopoldo; Secretário da Cultura e Turismo do Município de Uruguaiana/RS; Diretor do Instituto Estadual de Música (IEM) da Secretaria do Estado da Cultura (Rio Grande do Sul); e presidente da Cooperativa Mista dos Músicos de Porto Alegre. Tem trabalhos seus nos acervos do MARGS e MAC-RS e em coleções particulares.

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CulturaMúsica

Sarau do Solar Especial homenageia os 163 anos do Theatro São Pedro

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O espetáculo musical  Cintia De Los Santos Trio, Voz & Piano, no dia 23 de junho, às 19 horas, no Theatro São Pedro,  é a homenagem do Sarau do Solar aos 163 anos de fundação do Theatro São Pedro. De forma inédita, o novo edital do Sarau do Solar deste ano previu a inclusão de um espetáculo musical comemorativo ao aniversário do Theatro São Pedro.
Ingresso solidário: Solicitamos que os interessados em assistir o espetáculo presencialmente, contribuam com a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis.
Os ingressos antecipados, para o público presencial, estão limitados a 30% da capacidade do Theatro e devem ser retirados antecipadamente na bilheteria do próprio São Pedro. 
O espetáculo terá transmissão ao vivo pela TV Assembleia, Canais 11.2 e 16 da NET e nas redes sociais do Parlamento gaúcho.
O Trio, formado pela Soprano Cintia De Los Santos, o Barítono Francis Padilha e o pianista Rodolfo Wulfhorst nasceu de uma parceria musical de longa data, através do encontro dos artistas para a preparação de performances do repertório erudito dentro e fora do Estado do Rio Grande do Sul. Com o objetivo de divulgar e aproximar este gênero musical do público, acolhe também diversidades rítmicas, melódicas e harmônicas neste estilo, alcançando composições de músicos Brasileiros, Latino-Americanos e Norte-Americanos.
O repertório deste projeto consagra canções de Heitor Villa-Lobos (Canção de Cristal) , Guilherme Ripper (Canção do Porto), Marlos Nobre (Ciclo Beiramar ), Francisco Mignone (El Clavelito en tus Lindos Cabellos ), Astor Piazzolla (Alguien Le dice al Tango) , Carlos Gardel (Por una cabeza), Erroll Garner (Misty), L. Bernstein (Somewhere), Cole Porter (All through the night ), George Gershwin (I got plenty – Porgy and Bess ), entre outros.
Os Artistas
Cintia De Los Santos é Soprano Lírico, intérprete solista, vencedora do Prêmio Açorianos de Música 2020 em Porto Alegre/RS como melhor intérprete de música erudita através do CD Serenata.
Francis Padilha é Barítono e Regente Coral graduado pela UFRGS. 
Rodolfo Daniel Wulfhorst começou a estudar piano aos 8 anos de idade com sua mãe. Natural de Ijuí/RS, é Mestre em Inteligência Artificial aplicada à Música desde 2002 (UFRGS). Desde 1992 atua como pianista acompanhador com extensa atuação como pianista em montagens de óperas.
SERVIÇO
⦁ Sarau do Solar Especial homenageia os 163 anos do Theatro São Pedro
⦁ Dia 23 de junho, às 19 horas
⦁ No Theatro São Pedro
Onde Assistir
O espetáculo musical terá modalidade híbrida, com 30 % de público presencial, conforme a capacidade do Theatro São Pedro, e transmissão ao vivo pela TV Assembleia nos canais 11.2 e 16 da NET e nas redes sociais do Parlamento gaúcho (Facebook e YouTube).

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CulturaMúsica

Projeto musical questiona: você é rei/rainha da sua vida?

Leandro Ayô

Em 9 Atos (9 canções autorais), Leandro Ayô convida o público a se questionar se é o rei ou rainha da sua própria vida. Cada um deles explora uma temática diferente ligada ao autocuidado, bem-estar e controle emocional. O clipe da música (ou ato) de estreia estará disponível em seu canal de YouTube a partir do dia 15 de junho. E o álbum na íntegra já pode ser escutado nas principais plataformas de streaming, como Spotify. A primeira composição – intitulada “Conselho para uma boa respiração” serve como uma espécie de aconselhamento musical, abordando sensivelmente questões como depressão, ansiedade e estresse.

Parece uma resposta ao momento atual de pandemia, mas a ideia do projeto surgiu muito antes, em 2017. “O álbum foi idealizado musicalmente após um jantar com meu amigo pessoal e produtor musical Jackson Spindler. Após assistir o filme Onde Vivem os Monstros fiz a pergunta: Eu sou o rei da minha vida?”, conta o artista.

O questionamento se transformou em um ambicioso projeto musical que reuniu um time de criativos para que o conceito da obra estivesse presente não apenas nas letras das músicas, mas também na arte do disco, na produção, cenário e figurinos utilizados no videoclipe e demais materiais. 

1º ATOConselho para uma boa respiração

O primeiro ato, Conselho para uma boa respiração é um alerta e uma recomendação para lidar com sentimentos como depressão, ansiedade e estresse. Contou com a parceria do músico Antônio Carlos na composição. Clique aqui para escutar a música e clique na imagem abaixo para assistir ao videoclipe oficial em primeira mão.

Letra(composta por Leandro Ayô e Antônio Carlos):

Troca esse lençol de uma semana

Lava esse rosto, levanta essa cabeça 

E olha pra frente


E diz que não

Se acostumou a ser assim

Indiferente à tudo

Deixa de lado aquele assunto

Não me deve nada

Entra na estrada

Encontra o teu destino


Vai e deixa a vida te afogar

Vai e deixa a vida te afogar

Lembra?

Houve um tempo que se preocupar era besteira

Respire a novidade, 

Viva a realidade

O sol brilhando é todo teu

Vem pra rua

E te mostra por inteiro
Agora é a tua vez

Não tenha medo de ser

Estou com você, 

Grita se precisar de mim

Processo criativo e pandemia


O processo criativo de Leandro Ayô bebeu de diversas fontes, entre elas filmes, livros, relatos, além de suas experiências e observações do cotidiano. Durante a fase de finalização do projeto, a pandemia trouxe experiências ainda mais intensas que também se refletiram neste projeto. “Começamos a fase masterização do disco para iniciar a fase de lançamento e no meio deste processo recebi uma ligação via vídeo do meu amigo, poeta e parceiro de composição. Falamos por mais de uma hora e no final em meio a despedidas eu disse: as músicas estão lindas e quero te levar no ensaio’. Infelizmente ele teve complicações devido ao covid, foi internado e faleceu”, conta Leandro, sobre sua fase mais difícil da pandemia.

“Você, rei da sua vida” em 9 atos:

1º Ato – Conselho para uma boa respiração (conselho para depressão, ansiedade e estresse) 

2º Ato – 11 horas (amor próprio e a futilidade da busca material)

3ª Ato – Reconstrução (laços afetivos e reconciliação)

4º Ato – Casa (cotidiano da vida de um casal)

5ª Ato – Estrada (jornada, motivação; buscas profissional e pessoal)

6º Ato – Mosaico (recorte da discussão e conflitos da vida)

7º Ato – Abril (chegada, promessas, cuidados e liberdade na relação)

8ª Ato – Flores (perda e despedida)

9º Ato – Cavaleiro Andante (O que é loucura? maldade do homem e crenças)

Principais plataformas em que o álbum está disponível: Amazon Music, Apple iTunes, Deezer, Spotify, YouTube Music, entre outros.

Ficha técnica:

Leandro Ayô (voz)

Bruno Roldo Rudger (trombone)

Diego Gadenz da Silva (guitarra e vocais)

Gustavo Laydner Rodrigues (bateria)

Jackson Spindler de Oliveira (piano e teclados)

Marco Aurélio Nunes da Silva (sax)

Pedro Felipe Ourique de Souza (contra baixo)

Bianca Obino (participação especial nos vocais)

Produtores:

Produção Fonográfica – Leandro Ayô

Técnico de Gravação e Mixagem – Fernando Dimenor (Studio Tec Áudio)

Técnico de Masterização – Diego Gadenz (Studio Planeta Musical)

Produção musical e arranjos – Jackson Spindler

Ilustrador – Felipe Navarro

Figurino – Lê Carello

Fotografia – Luis Vieira

Assessoria de Imprensa – Andressa Griffante

Instagram: @ayo_eosreis

Spotify: Leandro Ayô e Os Reis

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCTMIIyPusIXYmbdlIoRbJ0g

E-mail: contato@leandroayo.com

Site: https://www.leandroayo.com/

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CEIA TALKS ABORDA A REVOLUÇÃO NO MERCADO ARTÍSTICO PELA CRIPTO ARTE

CEIA_Talks

No próximo dia 15 de junho, às 19h30, o Átrio do Farol Santander Porto Alegre recebe a terceira edição do CEIA Talks. Organizado pelo hub criativo CEIA (Cultura, Empreendedorismo, Inovação e Arte), o bate-papo terá como tema “Cripto Arte: Uma Revolução na Arte Digital”. A transmissão, ao vivo e gratuita, será através do canal oficial do CEIA no YouTube. Para conduzir o debate, a jornalista especializada em tecnologia Patrícia Knebel, que contará com a companhia da dupla à frente do UseCripto, projeto de educação financeira em criptomoedas, Kaká Furlan e Caroline Souza, da pesquisadora e arte-educadora Kailã Isaias e do artista visual e ilustrador Daniel Griza.

O encontro traz um tema que ganhou destaque a partir do segundo semestre de 2020: Cripto Arte. Apesar de parecer novo no mercado, o negócio está cada vez mais popular, caindo no gosto do público. “O universo das criptomoedas e NFT’s (token não-fungível) teve seu boom, atraiu tanto o mercado quanto artistas para esse novo modelo de venda de arte pela internet. Aliás, há grande expectativa de que o formato ganhe força e seja a principal janela de negociação de arte digital muito em breve”, destaca Albert Fagundes, Content creator do CEIA.

Para se ter ideia da relevância e a necessidade de jogar luz sobre o assunto, a peça Everydays – The First 5000 Days, do artista Mike Winkelmann, foi leiloada US$ 69,3 milhões. Além disso, o volume de obras no mercado de cripto arte ultrapassou 80 milhões de unidades em fevereiro deste ano, segundo o CryptoArt.io. Ou seja, mostrando como o campo é uma janela importante para artistas, mercado e o público.

Levando em conta a força econômica, o impacto cultural e social do movimento, o talk traz personagens ligados a pesquisas em Arte Contemporânea, artistas visuais imersos no universo digital e educadores financeiros especializados em criptomoedas e bitcoins. A união de diferentes áreas visa propor uma rica troca com as visões e experiências de Daniel Griza, Kailã Isaias e Caroline Souza e Káka Furlan. A dupla da UseCripto, inclusive, é referência nacional no assunto, participando de entrevista em rede nacional, como no programa Conversa com Bial, da Rede Globo.

Na edição, o CEIA Talks abordará a valorização da arte criptográfica, mas também quer se debruçar sobre o conceito de cripto arte, o funcionamento da autenticidade de cada obra, o que é e como funciona o blockchain (acervo digital que pode ser acessado a qualquer momento. Uma base de dados distribuída que guarda um registro de transações permanente e à prova de violação), entre outros pontos.

É importante destacar que a edição do CEIA Talks não terá público no local seguindo os protocolos de saúde estabelecidos pelo governo estadual e municipal, e será transmitido gratuitamente pelo canal oficial do CEIA no YouTube: https://bit.ly/36S3Zax

CONVIDADOS:

Kailã Isaias: É arte-educadora na Fundação Iberê e produtora cultural. Participante do Grupo de Pesquisa Territorialidades na Arte Contemporânea: Experiências Artísticas na internet no Brasil, vem estudando as conexões do Sistema da Arte com a internet e, mais recentemente, voltado os estudos às NFT, disponibilizando textos de apresentação e análise sobre o tema no site Conectart BR.

Caroline Souza: Aos 17 anos queria ser baterista rock star, mas acabou se formando em odontologia pela UFRGS porque era mais “garantido”. Depois de ter largado o curso, hoje é baterista na banda de som instrumental “As Aventuras”, formada por 5 mulheres, e educadora financeira de criptomoedas na UseCripto.

Kaká Furlan: Formada em publicidade e propaganda pela PUCRS, com passagens em agências de publicidade em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, é empreendedora, entusiasta de criptomoedas, blockchain, apaixonada por tecnologia e fundadora da UseCripto.

Daniel Griza: Ilustrador, artista visual e tatuador das estrelas. Trabalha atualmente com temáticas como scifi, futurista e uma contemporaneidade distópica… e muitos gatos.

MEDIAÇÃO

Patrícia Knebel: Content creator, estrategista de conteúdo e fundadora do Estúdio Editorial – innovation content lab. Autora de diversos livros, entre eles “Dos grãos aos chips: a história da tecnologia e da inovação no Rio Grande do Sul” e “Mundo Conectado: como a Internet das Coisas está revolucionando os negócios, as cidades e a vida das pessoas”. Formada em Jornalismo pela PUCRS, possui MBA em Marketing e Negócios pela UFRGS. Cursou produção de conteúdo digital pelo Norman Nielsen Group, em Nova York (EUA). Foi correspondente internacional do website Infosur-Hoy-GDIT, baseado em Washington.  Curadora da série Protagonismo Feminino, do projeto Dito Efeito, uma iniciativa da uMov.me e do Pacto Alegre.

CEIA

Inaugurado oficialmente em novembro de 2020, apresentará ao longo de nove meses uma agenda repleta de atrações. A plataforma – física e digital – de reflexão sobre arte, cultura, inovação e empreendedorismo, instalada no Farol Santander Porto Alegre, recebe financiamento da Lei de Incentivo à Cultura, por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e patrocínio do Santander Brasil.  Além disso, conta também com iniciativas independentes, como o ARTE.LAB. No espaço é possível ter acesso a workshops, espaços para trabalho compartilhado e ambientes multiuso.

FAROL SANTANDER POA

O Farol Santander, centro de empreendedorismo, cultura e lazer em Porto Alegre completou, em março de 2021, dois anos de atividades.

No período, recebeu diversas exposições de artes visuais: “Roda Gigante – artista Carmela Gross”, “Saramago – os pontos e a vista”, “Estratégias do Feminino”, “GIGANTAS – uma experiência por Nonotak Studio”, “Contemporâneo, Sempre – Coleção Santander Brasil”, “Naturezas Imersivas”, “Tarsila para Crianças”; exibiu 15 programas especiais no Cine Farol Santander, com destaque para a mostra “Cinema Atual Espanhol”; realizou encontros relevantes, como com o filósofo francês Luc Ferry e debates sobre moda e gastronomia.

O Farol Santander Porto Alegre também possui um Espaço Memória que traz a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira, além do Restaurante Moeda; todos concentrados no subsolo da instituição.

Patrocínio

Banco Santander Brasil

Realização

BS Project e Farol Santander Porto Alegre

Lei de Incentivo

Projeto recebe apoio financeiro através do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) da Secretaria Especial da Cultura/Ministério do Turismo.

SERVIÇO:

“CEIA Talks – Cripto Arte: Uma Revolução na Arte Digital”

Dia 15 de junho – 19h30

YouTube: https://bit.ly/36S3Zax

Horário de funcionamento do CEIA

Segunda a sexta, das 09h às 18h

Local: Farol Santander Porto Alegre

Endereço: Rua Sete de Setembro, 1028 – Centro Histórico

Site Farol Santander: farolsantander.com.br

Site CEIA: www.ceia.co

Site ARTE.LAB: www.arte-lab.co

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Exposição a céu aberto de obras de Iberê Camargo celebra o aniversário da Fundação que leva o nome do artista

Fundação Iberê Camargo

No próximo dia 30 de maio, o prédio da Fundação Iberê completa treze anos de portas abertas. Construído num terreno de uma antiga pedreira desativada, às margens do Guaíba, o centro cultural tornou-se uma das imagens referenciais de Porto Alegre para o Brasil. A arquitetura do português Álvaro Siza, ganhador do Prêmio Pritzker em 1992, captou o espírito angustiado e complexo de Iberê Camargo, materializado na espacialidade interna labiríntica de passarelas suspensas. O caráter expressionista e sombrio das obras do artista contrasta com a brancura do espaço. A Fundação é o único trabalho de Siza no país e de efetivo impacto internacional desenvolvido a partir de 1998.

Para celebrar a data, neste sábado (29), das 19h às 22h, a Fundação e o Grupo WOC/Visual apresentam um vídeo mapping no próprio prédio (avenida Padre Cacique, 2000), a partir de uma seleção de obras de Iberê e de suas frases mais marcantes. Segundo o diretor-superintendente Emilio Kalil, o evento é um presente aos porto-alegrenses, em especial, aos frequentadores da orla, que fazem do entorno um cartão postal da cidade.

Um sonho de Iberê
Por toda a vida, Iberê Camargo e Maria Coussirat Camargo tiveram todos os cuidados para que as obras perpetuassem intactas. Trataram de formar uma coleção completa, documentaram cada passo, chamaram bons fotógrafos e deixaram todas as pistas para uma boa reconstituição biográfica.

O sonho de ter a própria Fundação estava delineado antes mesmo da morte do pintor, em 1994, e sua viabilização foi muito rápida. No ano seguinte já ocupava a casa-atelier de Iberê, no bairro Teresópolis. Artistas convidados mantinham a prensa de gravuras funcionando, curadores selecionavam obras para expô-las na “casa-fundação” e pesquisadores, curadores e críticos foram envolvidos em um processo de pesquisa, catalogação e discussão dos destinos do centro cultural.

Siza chegou a Porto Alegre, em maio de 2000, com a maquete do projeto pronta. “Temos que trabalhar como um alfaiate aqui”, disse o arquiteto na época, ao se referir à necessidade de ajustar um espaço museográfico condizente com as obras de Iberê. O terreno que abriga a fundação também era outra dificuldade para Siza: “Estou trabalhando numa parte muito especial da cidade, com uma vista belíssima para o Guaíba, em um terreno localizado na encosta com vegetação e que tem quer ser ocupada por um edifício por não dispor de muito espaço. Isso criou uma grande dificuldade no projeto. Mas os projetos se desenvolvem melhor a partir de grandes dificuldades”.

Nesses 8.250 m² de área total, a construção também faz questão de reforçar a importância do entorno, com janelas emolduradas para o Guaíba como se fossem quadros vivos. A indicação é que os visitantes subam de elevador ao quarto andar assim que chegam à instituição. De lá, a própria construção guia a visita pelas rampas que entram e saem do edifício como se fossem braços.

A Fundação Iberê tem o patrocínio de OleoPlan, Grupo Gerdau, Itaú, Grupo GPS, CMPC Brasil, Vero Banrisul, Lojas Renner, Sulgás, Renner Coatings e Dufrio, e apoio de Unifertil, Ventos do Sul Energia, Dell Tecnologies, DLL Group, Viação Ouro e Prata, Laguetto Hoteis, Nardoni Nasi e Isend, com realização e financiamento da Secretaria Estadual de Cultura/ Pró-Cultura RS e da Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania / Governo Federal.

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Série de TV revisita quatro décadas de Porto Alegre por meio de 20 filmes locais

Still – Reino Azul – cred Otto Guerra Desenhos Animados

Do distanciamento social à diversidade de gênero: a série “O Cinema e As Cidades” revisita quatro décadas de Porto Alegre, por meio de 20 produções locais, entre curta e longas-metragens e documentários. Dirigido por Eduardo Wannmacher e produzido por Frederico Mendina, o seriado vai ao ar por meio de quatro episódios semanais, exibidos nas sextas-feiras, às 21h30, a partir de 4 de junho, em rede nacional no canal de TV por assinatura Prime Box Brazil.

A geração oitentista inicia a produção de um novo cinema urbano em Porto Alegre, com a descoberta do super-8 no formato de ficção. Esse movimento é revisitado no episódio introdutório da série, por meio do depoimento de Carlos Gerbase, diretor de “Inverno(1983). O distanciamento social por muros e grades é retratado no segundo episódio, com uma análise do curta “Ângelo Anda Sumido(1997), de Jorge Furtado.

O cinema fantástico, com criaturas e lendas mágicas, chega ao terceiro episódio, com a animação “Reino Azul(1989), de Otto Guerra. Ao longo do tempo, temas ligados ao cinema de gênero, como ficção-científica e terror, sempre estiveram presentes nas produções gaúchas, revelando um lado mais sombrio da capital. “Sob Águas Claras e Inocentes” (2016), de Emiliano Cunha, também integra o roteiro do seriado.

O último episódio explora temas urgentes, como a diversidade de gênero, o racismo, a ocupação de lugares públicos e as manifestações sociais. Esses temas são revisitados pelo documentário “O Caso do Homem Errado(2017), de Camila de Moraes, entre outros títulos. Produzida pela Pironauta e coproduzida pela Firma Filmes, a série é estruturada em imagens originais das obras analisadas e depoimentos dos respectivos realizadores.

A série tem financiamento do Edital Pró-cultura RS FAC de Produção Audiovisual, realizado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul/SEDAC, em parceria com a Ancine, através do Fundo Setorial do Audiovisual.

SERVIÇO

Série “O Cinema e As Cidades”

TV por assinatura: Prime Box Brazil

Estreia: 4 de junho

Exibições: sextas-feiras, 21h30

Último episódio: 25 de junho

Temporada: 4 episódios de 30 minutos, cada

Reprises: sábados, 10h30. Domingos, 02h30. Segundas-feiras, 08h30. Terças-feiras, 19h. Quinta-feira, 09h

Classificação indicativa: 12 anos

EQUIPE TÉCNICA

Direção e Roteiro: Eduardo Wannmacher | Produção e Produção Executiva: Frederico Mendina | Controller: Tanize Cardoso | Assistente de Produção Executiva: Fernanda Bischoff | Direção de Fotografia: Thiago Gruner | Assistente de Fotografia e Logger: Rodrigo Scheid | Direção de Produção: Martina Zanetello | Assistente de Produção: Estevão Comelli | Montagem: Thais Fernandes | Assistente de Montagem: Joana Bernardes | Sound Designer: Rafael Rodrigues | Som Direto: Fábio Baltar Duarte | Trilha sonora Original: Ricardo de Carli | Colorista: Daniel Dode | Design Gráfico: Leo Lage | Produção: Pironauta | Co-produção: Firma Filmes | Depoimentos: Bruno Carboni, Camila de Moraes, Carlos Gerbase, Emiliano Cunha, Filipe Matzembacher, Giba Assis Brasil, Gustavo Spolidoro, Jéssica Luz, Jorge Furtado, Julio Andrade, Kiko Ferraz, Lucas Cassales, Mariani Ferreira, Nelson Diniz, Otto Guerra, Valéria Verba e outros. | Filmes: “Ainda Orangotangos” (2007), “Amores Passageiros” (2012), “Ângelo Anda Sumido” (1997), “Castanha” (2014), “Cidade Fantasma” (1999), “De Lá pra Cá” (2011), “Inverno” (1983), “O Cárcere e a Rua” (2005), “O Caso do Homem Errado” (2017), “O Corpo” (2015), “O Teto Sobre Nós” (2015), “Quem?” (2000), “Reino Azul” (1989), “Secundas” (2017), “Sob Águas Claras e Inocentes” (2016), “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes” (2013), “Tinta Bruta” (2018), “Três Minutos” (1999), “Um Corpo Feminino” (2018), “Um Estrangeiro em Porto Alegre” (1999).

SOBRE PRIME BOX BRAZIL

O Prime Box Brazil é um canal da TV por assinatura dedicado aos vários gêneros do audiovisual brasileiro. Exibe conteúdos ficcionais, documentários e animações, com destaque para séries, longas e curtas-metragens assinados por novos e consagrados diretores. Integra o portfólio da Box Brazil, maior programadora independente de canais brasileiros na TV por assinatura. Disponível na Claro HD/Net HD (656), Claro/Net (156), Sky (157) e Oi TV (85), além de operadoras regionais.

SOBRE PIRONAUTA

A Pironauta foi fundada para atuar na criação e produção de conteúdo audiovisual, com foco na abrangência e diversidade de conteúdo. Produziu o longa “Xico Stockinger” (2012), de Frederico Mendina – prêmio de melhor fotografia no 4º Curta Amazônia e seleções no Portobello Film Festival (Reino Unido), Bogocine (Colombia), Duhok Film Festival (Iraque) e Gramado. Atualmente, prepara-se para lançar o longa inédito “Depois de Ser Cinza” (2021), de Eduardo Wannmacher, e desenvolve o projeto intitulado “Castas”.

SOBRE EDUARDO WANNMACHER

Diretor, produtor e roteirista, Eduardo Wannmacher trabalha com televisão e cinema desde os anos 1990. É realizador de diversos documentários para TV e curtas, entre eles “24 Horas com Carolina” (2012), selecionado para o Festival de Havana. Outros trabalhos incluem “Pra que Servem os Homens?” (2013), “Eu, Ele e os Outros” (2012), “Melhor que Aqui” (2011), “Na Rota do Imperador” (2009). O inédito “Depois de Ser Cinza” (2021) é sua estreia na direção de longas-metragens.

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