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Mostra de Cinema Musical Gaúcho apresenta Vozes Negras Importam na Casa de Cultura Mario Quintana

Foto Tiago Traindade

A mostra de Cinema Musical Gaúcho apresenta no dia 23 de setembro, quinta-feira, às 19h, na Sala Norberto Lubisco, na Casa de Cultura Mario Quintana, o documentário “Vozes Negras Importam”, dirigido por Tiago Trindade e com produção de Paulo Dionísio.

Acreditando no poder da arte de sensibilizar, impulsionar reflexões e motivar mudanças, o trabalho audiovisual retrata a história e a trajetória de cantores e cantoras negras do estado. Cristal, Geda, Glau Barros, Graziela Pires e Dejaene Arrué (50 Tons de Pretas), Jorge Foques, Luana Fernandes, Marietti Fialho, Pâmela Amaro, Paulo Dionisio, Rafa Rafuagi, Serginho Moah e Valéria Barcellos apresentam através de conversas suas batalhas e dificuldades pessoais e artísticas, bem como conquistas e vitórias da carreira.

O Projeto conta com produção de Paulo Dionísio e direção de Tiago Trindade e foi aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Sedac, Patrocínio da Sulgaz e apoio da Baden Torrefação.

A Mostra de Cinema Musical Gaúcho é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio do Instituto Estadual de Música (IEM), do Instituto Estadual de Cinema (Iecine) e da Cinemateca Paulo Amorim.

Serviço:

Vozes Negras Importam

Data: 14 de setembro, quinta-feira às 19h.

Local: Casa de Cultura Mário Quintana – Sala Norberto Lubisco (Rua Dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre)

Entrada Franca

Mais informações através do site www.vozesnegrasimportam.com.br e também pelas redes sociais: @vozesnegrasimportam.

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Serra Gaúcha

Museu do Festival de Cinema de Gramado agora é o Palácio do Kikito

Palácio dos Festivais (Foto Cleiton Thiele)

O Museu do Festival de Cinema de Gramado revela a empolgante programação para o mês de setembro, oferecendo uma variedade de filmes e eventos temáticos que prometem cativar os entusiastas do cinema e os amantes da cultura. Conhecido por sua dedicação em preservar a memória e celebrar a arte cinematográfica, o local preparou um cronograma repleto de atrações que promovem a diversidade e relembram momentos icônicos do festival.

Cabe destacar que o empreendimento também busca ser conhecido como Palácio do Kikito, uma iniciativa informal que tem como objetivo principal popularizar o Museu junto à comunidade local e aos visitantes. A decisão está profundamente enraizada na importância que o Kikito tem como símbolo e prêmio máximo do próprio Festival.

Assim como o Cine Embaixador se transformou no imponente Palácio dos Festivais, o Museu do Festival de Cinema de Gramado agora abraça a alcunha carinhosa de Palácio do Kikito, uma mudança que celebra a história do evento e fortalece ainda mais os laços com a comunidade local e os amantes do cinema.

Para a Diretora de Marketing da Gramado Parks, Lísia Diehl: “o objetivo é tornar essa incrível jornada cinematográfica ainda mais próxima e querida por todos, destacando a conexão emocional e cultural que o Kikito representa para a cidade de Gramado e para todos os amantes do cinema”. 

Vale lembrar que o empreendimento é mantido pela Gramado Parks, responsável por toda a concepção desde sua inauguração em 2016, e tem como seus pilares o acesso democrático a cultura, e valorização das comunidades locais, no entorno de onde estão inseridos seus empreendimentos.

Cineminha do Palácio do Kikito: Explorando Memórias

O “Cineminha do Palácio do Kikito” é um espaço cativante que celebra a história do Festival de Cinema de Gramado, trazendo à luz filmes premiados e produções marcantes. De 1º a 15 de setembro, os visitantes terão a oportunidade de se emocionar com o curta-metragem vencedor do 50º Festival de Cinema de Gramado, “Fantasma Neon”, dirigido por Leonardo Martinelli. O filme conquistou o público e a crítica, levando para casa os prêmios de Melhor Filme, Direção, Ator e o prestigioso Prêmio Canal Brasil de Curtas.

Uma jornada emocional espera os espectadores, enquanto acompanham a história de João, um entregador de comida por aplicativo no Rio de Janeiro, que lida com desafios do serviço e encontra-se sonhando com uma vida melhor. A obra será exibida diariamente das 10h às 21h.

A programação continua no período de 18 a 24 de setembro, quando o Palácio do Kikito abraça o tema da “17ª Primavera dos Museus”, dedicado às “Memórias e Democracia: pessoas LGBT+, indígenas e quilombolas”. O curta “Marie”, dirigido por Leo Tabosa, será projetado, contando a comovente história de Mário, que retorna à sua cidade natal após 15 anos como Marie, uma mulher trans. O curta, que rendeu à atriz Wallie Ruy o Prêmio Especial do Júri no 47º Festival de Cinema de Gramado em 2019, será exibido das 10h às 21h. Além disso, uma série de depoimentos do elenco será compartilhada no Instagram do Museu (@museucinemagramado), proporcionando uma visão única dos bastidores e da produção do filme.

Cinema Itinerante: Diversidade nas Telonas

Em colaboração com a “17ª Primavera dos Museus”, o Palácio do Kikito oferece uma oportunidade única de assistir ao aclamado filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, dirigido por Daniel Ribeiro. O filme narra a história emocionante de Leonardo, um adolescente cego em busca de independência e autoconhecimento. O encontro está marcado para 18 de setembro, às 9h, na Escola Estadual de Ensino Médio Boaventura Ramos Pacheco.

17ª Primavera dos Museus: Celebrando a Diversidade

Com um compromisso firme em promover a inclusão e celebrar a diversidade, o Palácio do Kikito se une à 17ª Primavera dos Museus com uma série de eventos dedicados à temática “Memórias e Democracia: pessoas LGBT+, indígenas e quilombolas”. Através de filmes, depoimentos e debates, o Palácio do Kikito busca ampliar a compreensão das memórias desses grupos, valorizando suas histórias únicas.

Também foi feita uma parceria com a Associação Coração de Ouro em prol do Rede de Apoio Cidadã de Canela, a qual dia 23 de setembro realizaremos uma ação solidária de doação de alimentos ou contribuição espontânea por troca de ingressos ao Palácio do Kikito. Toda a arrecadação será destinada às famílias atendidas pela entidade.

O mês de setembro se anuncia como uma celebração cinematográfica marcante, onde memórias e diversidade se encontram para enriquecer a experiência cultural dos visitantes do Palácio do Kikito.

Aberto diariamente das 10h às 21h, o Palácio do Kikito conta com a cafeteria Curta Café, oferecendo cardápio exclusivo e vista privilegiada da Avenida Borges de Medeiros e da Igreja São Pedro, duas das principais atrações turísticas da cidade.

Mais informações e ingressos: www.museufestivaldecinema.com.br

Sobre a Gramado Parks

Fundada em Gramado, na Serra Gaúcha, a Gramado Parks é um dos maiores grupos de hospitalidade e entretenimento do país. É responsável por empreendimentos inovadores como o Snowland, primeiro parque de neve indoor do país, o Acquamotion, primeiro parque aquático termal da América Latina, ambos em Gramado, e a Yup Star, rodas-gigantes localizadas no Rio de Janeiro e em Foz do Iguaçu.

Com mais de 1.700 colaboradores, a empresa também tem três hotéis em Gramado (Bella Gramado, Exclusive Gramado e Buona Vitta), quatro restaurantes (DonaLira, Opiano, Don Milo e Signature), administra o Museu do Festival de Cinema de Gramado e possui salas comerciais do conceito de multipropriedade na Serra Gaúcha, Pernambuco, Foz do Iguaçu e Rio de Janeiro.

Mais informações: www.gramadoparks.com.br

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Arte

Fotógrafa Jurandréia Silveira expõe “Um Olhar Pelo Rio Grande do Sul”

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De 11 a 22 de setembro, o subsolo da Galeria Malcon (rua dos Andradas, 1560), no Centro Histórico de Porto Alegre, sediará a exposição Um Olhar Pelo Rio Grande do Sul”, que marca o início das celebrações dos 25 anos de carreira de Jurandréia Silveira. Totalmente urbana, a fotógrafa sempre encontrou seu descanso perto do mar, mas com a pandemia encontrou no seu retorno ao seu Estado de origem, no RS,  em uma cidade pequena, chamada Esmeralda, a descoberta de um novo mundo e novas possibilidades. Com um olhar carinhoso, ela vem redescobrindo a simplicidade da vida.

São 10 telas, de 20cm x 30cm, que resumem a delícia de poder se preparar para quando chegar a hora, curtir a aposentadoria no interior do Brasil, após já ter rodado o país  trabalhando para grandes empresas, como a A3 de Brasília, onde cobria pautas de instituições como os Ministérios da Justiça,  Educação,  Cidades e principalmente,  o que mais amava, o da Cultura, no período do ministro Juca Ferreira. Foram 20 anos residindo no Rio de Janeiro, trabalhando em agências de publicidade e fazendo a agenda social. Em Porto Alegre, cobriu o Festival de Cinema Gramado e tantos outros grandes eventos, pela Agência Pressphoto, Sucursal da Editora Abril. E com muito respeito, lembra do seu começo em Bagé, sua cidade natal, de onde saiu aos 33 anos para ir morar na Cidade Maravilhosa, depois de atuar no Jornal Minuano  e ser a fotógrafa exclusiva do Colunista Gilmar de Quadros.

O tempo passa. As fotos ficam. Fotografe, sempre!

Serviço:

Período: De 11 a 22 de setembro de 2023.

Local: Subsolo da Galerial Malcon (Rua dos Andradas – 1560) – Centro Histórico de Porto Alegre.

Visitação: De segundas a sextas, das 9h às 19h e sábados, das 9h às 15h.

Detalhes: Instagram Jurandreia, Facebook Jurandréia Silveira

Entrada franca.

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Serra Gaúcha

Estação Campos de Canella recebe Exposição Contos Caminhantes 

imagem da capa

Na última sexta-feira, 1º de setembro, aconteceu na Estação Campos de Canella (www.estacaocanella.com.br), na “Rua Coberta de Canela”, a abertura da exposição “Contos Caminhantes”

 A mostra tem curadoria da professora do Programa UCS Sênior, do Campus Hortênsias / Canela, Bel Porazza, que ministra os cursos Laboratório de Escrita Criativa e Escrevendo Narrativas Breves. “Nossa intenção é fazer com que os alunos renovem suas escritas, se divirtam com os resultados e sintam o poder das palavras em suas mãos”, explica. 

 A partir dos textos desenvolvidos nas aulas, em janeiro deste ano foi publicado o livro “Contos Caminhantes”, composto de dez contos de cada aluna do curso. A obra é o ponto central da exposição, na qual serão apresentados alguns desses contos aos visitantes.  

 De acordo com Bel Porazza, escrever é para todos. Porém, é necessário incentivar a criatividade que existe em qualquer pessoa. “Para se ter uma vida saudável, é fundamental também fazer exercícios com a mente. E, contar histórias, pode ser uma ótima atividade mental”, propõe. 

A exposição “Contos Caminhantes” faz parte do projeto “Estação Cultural em Canela – Cultura o Ano Todo”, promovido pela Novalternativa Incorporadora. O agente cultural é S&S Produtora.  

A Rua Coberta de Canela fica no Largo Benito Urbani nº 77, bairro Centro. O local é famoso por ser um complexo turístico no coração da cidade e reunir o melhor da Gastronomia, Comércio, Cultura e Entretenimento. A exposiçãoseguirá aberta até o dia 30 de setembro para o público, das 10h às 22h. A entrada gratuita. 

Serviço: 

Exposição Contos Caminhantes 

Curadoria: Bel Porazza 

Escritoras: Helena Maria Domeneghini, Ivone Renck, Janete Thomas Prinstrop, Lia Regina Schuch Pressi, Lilian Amaral, Lorita Lourdes Festa Rossi, Márcia Hilebrand Alexandrini, Maria Isabel Silveira, Maria Lúcia Castilhos Zanatta, Marta Schneider da Silva, Mauren Lúcia Tezzari, Neusa Maria dos Santos, Regina Celi Breda Scipioni, Rosana da Silveira e Tânia Maria Garoelini. 

Data:  de 1º a  30 de setembro de 2023 

Local: Estação Campos de Canella – Rua Coberta de Canela 

Funcionamento: diariamente, das 10h às 22h. 

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Arte

Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre recebe exposição com aquarelas do arquiteto Sergio Matte

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Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre recebe a exposição Nosso Pampa, do artista e arquiteto Sergio Matte, a partir da próxima terça-feira, dia 5 de setembro. A mostra reúne uma série de aquarelas criadas em 2023 pelo gaúcho que tem se dedicado a registrar cenas do dia a dia da região da campanha, como as lidas do campo e a criação de gado, combinando paisagens com elementos que remetem à coragem e à força. A exibição poderá ser conferida até o próximo dia 30, desegunda a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, das 11h30 às 14h30, com entrada franca.

Com quase 50 anos de experiência em diferentes áreas da arquitetura, Matte usa o conhecimento sobre equilíbrio entre forma e função, estética e utilidade, para dar espaço ao seu lado de artista e artesão. Sua produção de aquarelas se intensificou no último ano, com a chegada de sua aposentadoria.

Desde jovem, Sergio também se dedica ao artesanato de facas, tendo como matérias-primas o aço, o couro e a madeira. Atualmente, está trabalhando na criação de ilustrações para um livro que será lançado no mês de setembro, em Jaguarão, sobre valores culturais da região da campanha do Rio Grande do Sul. Também prepara novas mostras de aquarelas que serão exibidas, nos próximos meses, no litoral gaúcho e na cidade de Esteio.

SERVIÇO – PROGRAMAÇÃO PRESENCIAL – ARTES VISUAIS
Exposição Nosso Pampa – Aquarelas de Sergio Matte
De 5 a 30 de setembro
De segunda a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, das 11h30 às 14h30
Centro Cultural 25 de Julho (Rua Germano Petersen Júnior, 250 – Auxiliadora – Porto Alegre)

Entrada franca

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Arte

Gravura Galeria de Arte realiza exposição em homenagem à artista Lou Borghetti

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No dia 31 de agosto, aconteceu na Gravura Galeria de Arte a abertura da exposição “Lou & Alunas”, uma homenagem à artista plástica Lou Borghetti. A exposição ocupa as duas principais salas da galeria: a Sala Branca abrigará obras da própria Lou Borghetti, enquanto a Sala Negra receberá uma exposição coletiva das alunas do Atelier Lou Borghetti. Com curadoria do artista plástico e escritor Paulo Amaral, membro da Academia Brasileira de Artes Plásticas e amigo da artista.

A exposição “Lou & Alunas” é uma homenagem das alunas do Atelier Lou Borghetti à artista, que faleceu em 2020. Para a filha de Lou, Fernanda Borghetti Cantali, é de suma importância manter sua memória viva e mostrar sua arte para o mundo. As obras das alunas que irão compor a mostra foram realizadas no atelier da artista, ou inspiradas em Lou abrangendo uma variedade de técnicas, entre elas pintura, desenho, técnica mista, escultura, fotografia e gravura.

Entre as artistas que participam estão Alicia Gil Wenzel, Cris Leal, Delise Geiger Renk, Denise Giacomoni, Ita Stockinger, Lídice Zaniratti, Lu Gualdenazi, Lya Luft (in memoriam), Lygia Vasconcellos, Marion Lunke, Mery Bavia, Sandra Echeverria, Sílvia Azevedo, Sophia Calderon Isdra, Susana Silva Costa, Tita Macedo e Vera Reichert.

A exposição estará aberta à visitação até o dia 30 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30.

Lou Borghetti

Lou Borghetti foi uma renomada artista plástica gaúcha, apaixonada pelo ensino da arte. A partir de seu ateliê em Porto Alegre produziu obras e ministrou cursos de pintura, desenho e aquarela. Foi aluna e assistente de Iberê Camargo e expôs tanto no Brasil quanto no exterior, com destaque para a Picasso Gallery, em Washington, e a II Bienal Internacional de Aquarela. Suas criações estão presentes em coleções do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC-RS) e na Fundação Federico Garcia Lorca, em Madrid.

Serviço:

Lou & Alunas

Vernissage: 31 de agosto, das 18h30 às 20h30.

Visitação: até 30 de setembro, das 9h30 às 18h30, de segunda a sexta-feira, e das 9h30 às 13h30 aos sábados.

Local: Gravura Galeria de Arte (Rua Corte Real, 647 – Petrópolis) Telefones: (51) 3333-1946, (51) 99718-9258 (WhatsApp) e (51) 99666-3972.

Acompanhe também pelas redes sociais da Gravura (@gravuragaleriadearte) e pelo site https://www.gravuragaleria.com.br

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Show

Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul celebra um ano com Vissi D’arte, Vissi D’amore

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No dia 29 de agosto (terça-feira), a Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul (CORS) celebra seu primeiro ano de operação com o espetáculo “Vissi D’Arte, Vissi D’Amore – uma ode a vida de artista”. Com direção artística de Flávio Leiteiluminação de Veridiana Mendes e projeções de Jana Castoldivinte cantores líricos apresentam um programa criado coletivamente, que vai do drama à comédia.

“Vivi para a arte, vivi para o amor” é o texto da ária mais famosa da ópera Tosca, de G. Puccini, e uma das favoritas do público. A personagem central da trama é uma cantora lírica que, nessa ária, expressa com emoção seu ofício artístico, razão de ser da CORS. Este, aliás, foi um dos papéis icônicos de Maria Callas, que, em dezembro, completaria 100 anos.

“Neste primeriro ano de CORS, foram oito espetáculos diferentes em cinco cidades do Rio Grande do Sul, todos com imenso sucesso de público. Temos muito o que comemorar. ‘Vissi d’Arte’ é um espetáculo de celebração entre os membros associados da Companhia e a comunidade. Começamos com oito cantores e um sonho e agora somos 44 associados em atividade. O programa deste espetáculo foi construído coletivamente, dando voz aos membros”, destaca Flávio.

Coletiva e coquetel

Às 19h, a CORS recebe a imprensa e apoiadores para apresentar os resultados do primeiro ano de operação, sua agenda para o segundo semestre e alguns spoilers sobre as estreias da temporada 2024. Marcarão presença representantes das principais entidades parceiras do projeto, entre elas a Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Theatro São Pedro, onde atualmente está sediada a Companhia através de um convênio firmado no final de 2022. Após o espetáculo, a Companhia oferecerá um coquetel oferecido para todo o público presente e dialogar com toda a estrutura organizacional da Associação de Ópera do RS, pessoa jurídica da CORS, que já conta com mais de 65 pessoas entre diretoria, conselho, cantores associados e colaboradores;

Jornada CORS – Ópera Estúdio

No dia 30 (quarta-feira), às 19h, ocorre mais uma edição da série de recitais Vozes do Ópera Estúdio no Teatro Oficina Olga Reverbel. A entrada é gratuita, por ordem de chegada, mediante a doação de 2kg de alimento.

Voltado aos amantes da ópera, o evento é uma vitrine para os talentos do Ópera Estúdio – Curso de Formação Interdisciplinar para Cantores Líricos. O recital contempla apresentações solo, duetos e, também, de um coro formado pelos participantes do Ópera Estúdio. Com acompanhamento do pianista Patrick Menuzzi, os alunos do curso interpretarão trechos de grandes óperas de Monteverdi, Händel, Bellini, Bizet, Strauss, Donizetti, Verdi, Mozart, Offenbach, Saint-Saëns e Puccini.

“A Jornada CORS com dois espetáculos seguidos, envolvendo a totalidade dos membros associados da Companhia, é uma celebração das inúmeras conquistas desse primeiro ano de atividades. Faremos uma retrospectiva do que foi construído e apresentado até aqui e mostraremos à comunidade e parceiros os próximos passos do grupo que trouxe a ópera como atividade regular de volta ao calendário cultural dos gaúchos”, explica Flávio Leite.

Financiado pela Secretaria de Estado da Cultura, o projeto é realizado pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e tem a parceria cultural da Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul (CORS) e da Fundação Theatro São Pedro (FTSP).

Sobre a CORS
@ciaoperars

Primeira Companhia de cantores líricos criada para liderar e fomentar ações de promoção e difusão da cultura operística no Estado, a Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul lançou-se ao público, de forma independente, em maio de 2022, com a promessa de integrar profissionais da cadeia, abrir espaço para novos talentos e ampliar o acesso do público a essa poderosa e completa forma de arte. Ainda alinhada ao propósito de aproximar e formar o público, o grupo programou suas primeiras montagens para serem apresentadas em pequenos formatos, inicialmente acompanhados apenas por um pianista e cenários pontuais e evocativos, para que as turnês sejam viabilizadas e possam chegar ao interior do Estado.

Com o tempo, e através da adesão de novos membros, pretende-se consolidar uma cadeia produtiva ativa que ofereça temporadas regulares e itinerantes no estado, sendo autossuficiente em recursos, tanto financeiros quanto humanos. Para tal, serão criados núcleos de formação, com oferta de concertos didáticos, cursos e palestras que ampliem o acesso à informação sobre o gênero e estimulem a profissionalização de novos talentos, bem como a geração de empregos para todos os profissionais envolvidos na produção de um espetáculo. Com menos de um ano de existência, a Cia Ópera RS já entregou ao público gaúcho cinco montagens inéditas apresentadas em seis teatros diferentes. Em 2023, além de circular pelo Estado com suas atuais produções, a CORS estreou sua primeira montagem do ano com Suor Angelica, uma ópera 100% feminina e I Pagliacci, uma parceria com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.

SERVIÇO
29 de agosto | Terça-feira | 20h
Espetáculo “Vissi D’Arte, Vissi D’Amore – uma ode a vida de artista”
Onde:
 Teatro Oficina Olga Reverbel (Praça Marechal Deodoro s/n – Centro Histórico)
Entrada gratuita

30 de agosto | Quarta-feira | 19h
Vozes do Ópera Estúdio
Onde:
 Teatro Oficina Olga Reverbel (Praça Marechal Deodoro s/n – Centro Histórico)
Entrada gratuita, por ordem de chegada, mediante a doação de 2kg de alimento

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Arte

Estação Campos de Canella inicia nova programação cultural 

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No último sábado, dia 19 de agosto, aconteceu na Estação Campos de Canella (www.estacaocanella.com.br), a “Rua Coberta de Canela”, show da dupla musical Saulo Barcelos e Ivair Alves, pelo “Projeto Música na Estação”. Os cantores apresentaram para o público um set list com sucessos do MPB, rock e pop rock.  

Às 19h, a programação cultural seguiu com a vernissage da exposição “Serragem Viva”, do artista plástico, pintor e escultor Diego Tician. Em sua primeira mostra individual, ele apresentou uma série de obras criadas em 3D, feitas em madeira reciclada com uso de motosserra e utilizando pintura com fogo, tingidores e folheados a ouro 12k. 

A exposição “Serragem Viva” e o “Projeto Música na Estação” realizados no local fazem parte do projeto “Estação Cultural em Canela – Cultura o Ano Todo”, apresentados pela Novalternativa Incorporadora e Hortênsias Água Mineral. O agente cultural é S&S Produtora.   

A Rua Coberta de Canela fica no Largo Benito Urbani nº 77, bairro Centro. O local é famoso por ser um complexo turístico no coração da cidade e reunir o melhor da Gastronomia, Comércio, Cultura e Entretenimento.  

A exposição segue aberta ao público até o dia 31 de agosto, com entrada franca, das 10h às 22h.  

Serviço: 

Exposição: Serragem Viva 

Artista: Diego Tician

Data: até 31 de agosto de 2023 

Local: Estação Campos de Canella – Rua Coberta de Canela 

Funcionamento: diariamente, das 10h às 22h. 

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Cultura

Mario Quintana e sua relação com Porto Alegre: a influência da cidade escolhida como lar pelo escritor em seus poemas

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Mario Quintana é um dos escritores mais célebres da literatura do Brasil. Autor de dezenas de livros e centenas de poemas, ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores (1966), a medalha Negrinho do Pastoreio do governo estadual do Rio Grande do Sul (1976), o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras (1980) e o Prêmio Jabuti (1981).

É conhecido pela simplicidade de sua escrita, construída com linguagem coloquial, liberdade de composição, narração do dia a dia e melancolia. Grande apreciador de sonetos, Quintana seguia o estilo de outros autores gaúchos, cuja visão regionalista dissecava a relação da tradicionalidade do passado com a plástica dos tempos modernos.

No sentido do localismo, a cidade de Porto Alegre sempre foi sua maior musa.

Breve biografia de Mario Quintana

Mario Quintana nasceu em 30 de julho de 1906 no pequeno município de Alegrete, na região sudeste do Rio Grande do Sul, hoje com pouco mais de 72 mil habitantes. Em 1919, se mudou para a capital, Porto Alegre, para estudar no Colégio Militar (CMPA).

Antes de publicar seu primeiro livro, A Rua dos Cataventos, em 1940, trabalhou como tradutor para a Editora Globo, adaptando para o português a obra de diversos escritores internacionais renomados, como Virginia Woolf, Giovanni Papini, Graham Greene, Edgar Wallace, entre outros. Em 2017, após O Pequeno Príncipe se tornar domínio público, a versão traduzida por Quintana em 1980 foi publicada pela Melhoramentos. De 1953 a 1977, também foi colunista de cultura do jornal Correio do Povo. 

Apesar de ter sido reconhecido e homenageado por membros da Academia Brasileira de Letras, como Augusto Meyer e Manuel Bandeira, Quintana não conseguiu conquistar sua cadeira. Candidatou-se três vezes, mas não obteve a quantidade necessária de votos. Ao ser convidado para concorrer mais uma vez, sob a promessa de aceitação, ele recusou – disse que lamentava a politização da casa de Machado de Assis.

Mario Quintana nunca se casou e não teve filhos. Passou a vida adulta escrevendo e navegando entre os hotéis porto-alegrenses.

Porto Alegre de antes e depois

Quintana acompanhou as mudanças de Porto Alegre. Assistiu de perto a modernização e a expansão da cidade, dando origem a poemas com traços tristes e melancólicos.

Por conta disso, estudiosos consideram Mario Quintana um escritor evasionista – que se alheia à realidade. Seu descontentamento com os acontecimentos que iam no sentido contrário de seus pensamentos localistas e nacionalistas era tão grande que suas obras buscavam elementos que fugiam da verdade, mas de maneira sensível e fantasiosa.

De acordo com o artigo Porto Alegre, a “pequena cidade grande” de Mario Quintana, de Anna Faedrich Martins para a revista científica Nau Literária, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ao dar enfoque à vida cotidiana, ele mostrava a magia daquilo que é banal, negando o que acontecia de fato para criar uma figura quase distópica de Porto Alegre.

Em A Rua dos Cataventos, Quintana logo avisa que a imagem da cidade é criação de sua imaginação, distanciando-se do mundo real para adentrar o mundo dos sonhos. O livro discorre sobre como era a cidade até os anos 1930, e como se transformou nas décadas de 50 e 60. O conforto de antes não existia mais, o que o obrigava a criar seu próprio universo.

Desta forma, ainda que Porto Alegre já fosse grande naquela época, Quintana a enxergava como uma cidadezinha. O apreço pelo silêncio e pelas coisas simples fizeram dele um saudosista. Em Soneto II, sua narração é de um lugar pequeno e tranquilo, mas que é apenas uma lembrança. Em Soneto XXIII, ele se coloca na posição do turista que admira uma cidade pacata. 

O “vento de Desesperança” de Soneto VIII é visto como a representação das mudanças da nova paisagem urbana e a ânsia pelo passado: “Eu quero os meus brinquedos novamente!” Essa noção se torna cada vez mais acentuada ao longo dos poemas Canção da ruazinha desconhecidaTopografiaUrbanismo e Barulho e Progresso. Em Antes e Depois, ele cita sua musa diretamente:

Porto Alegre, antes, era uma grande cidade pequena. 

Agora, é uma pequena cidade grande.

Arquitetura moderna

Como alguém tão desejoso pela austeridade de lugares pequenos – o “tempo de cadeiras na calçada”, como cita em Tempos Perdidos –, Mario Quintana se mostrava insatisfeito com a arquitetura moderna que invadia Porto Alegre. Ele escreve sem rodeios em Arquitetura Funcional:

Não gosto da arquitetura nova 

Porque a arquitetura nova não faz casas velhas

[…]

Porque as casas novas não têm fantasmas

E, quando digo fantasmas, não quero dizer essas assombrações vulgares.

Mesmo assim, não era imune às seduções da modernidade, embora não estivesse totalmente convencido. Ao mencionar “[…] mudanças do Tempo, / Que ora nos traz esperanças / Ora nos dá incerteza” em Eu escrevi um poema triste, a divisão é evidente.

Em O Mapa, o interesse pelo novo é exibido novamente, mas o poeta se entristece por não conhecer a cidade como antes e imagina tudo o que não viu e que nunca verá:

Olho o mapa da cidade

Como quem examinasse

A anatomia de um corpo

[…]

Sinto uma dor infinita

Das ruas de Porto Alegre

Onde jamais passarei…

Em Notas da Cidade, sua insatisfação é mais forte e escancarada:

O mais triste da arquitetura moderna é a resistência do seu material

[…]

Esses tetos baixos me abafam… De modo que só resido em casas antigas. Acontece é que as casas velhas têm proprietários velhos, muito velhos aliás e por isso mesmo muito morredores. E seus herdeiros resolvem sempre vendê-las a construtores de edifícios. Resultado: há anos que venho me mudando: sou uma pobre vítima do surto do progresso e do clamor público.

Legado de Mario Quintana em Porto Alegre

Na zona nordeste de Porto Alegre, o bairro Mario Quintana foi criado em 1998. Hoje, tem 37.234 habitantes.

O centro abriga a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), inaugurada em 1990. O prédio era antes o Hotel Majestic, onde o escritor morou por um bom tempo. O espaço é voltado à literatura, cinema, música, artes visuais, teatro e realização de oficinas e eventos culturais.

Mario Quintana está enterrado no Cemitério São Miguel e Almas, também na zona central, onde é possível visitar seu túmulo e homenageá-lo com presentes e coroas de flores em Porto Alegre.

Outros grandes escritores gaúchos estão enterrados no mesmo cemitério, como Érico Veríssimo e Caio Fernando de Abreu.

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Arte

Exposição fotográfica Casas do Mal de Marcelo Bertani

Expo convite MB

O local que o fotógrafo Marcelo Bertani escolheu para apresentar sua exposição Casas do Mal não poderia ser outro, o Café Mal Assombrado (Fernando Machado, 513), no Centro Histórico de Porto Alegre. A abertura será no dia 18 de agosto, uma sexta-feira, das 18h às 22h.  

Com curadoria de Luciana Vicente, Casas do Mal exibe uma série de fotografias – 5 grandes ampliações e 20 médias – de moradias isoladas e abandonadas que deram calafrios em Marcelo Bertani em suas caminhadas noturnas por diferentes cidades do Rio Grande do Sul e do Uruguai. Leitor e cinéfilo do gênero terror, horror e fantasia, o fotógrafo buscou captar aspectos fantasmagóricos das casas.

Bertani une arte, fotografia e algo de sobrenatural. Para isso,  usa câmera digital e trabalha com longa exposição, sendo o resultado pretendido os efeitos e as distorções do tema eleito. O surreal e o abstrato são conquistados no momento do registro da fotografia, sem manipulação digital  posterior, com o domínio do tempo de abertura do obturador e o movimento da câmera como um pincel, para marcar as luzes e as cores sobre o censor.

A técnica mencionada acima, nomeada por Bertani de “fotografia abstrata pictórica”, foi detalhada e apresentada  na Pós-graduação Lato Sensu da escola f/508 em Fotografia como Suporte para a Imaginação, com defesa no final de 2022. Formado em Jornalismo na PUCRS, ele fez Curso de Fotografia Digital Avançada na ESPM/RS, teve aulas com Charles Watson, Gui Veloso e Letícia Lampert. Segundo Bertani, a exposição propõe, além do terror, horror e fantasia, que as pessoas se aproximem e naveguem pelas imagens em busca de algo que possa estar além delas.

A curadora e também jornalista  Luciana Vicente pontua que o Café Mal Assombrando ofereceu para a realização da exposição uma “casa (sala)” nos fundos do terreno, herança da Bienal do Mercosul. “O espaço foi perfeito para a elaboração da exposição, pois realmente oferece um percurso a ser feito pelo visitante até a entrada na Casas do Mal. De acordo com ela, as fotografias de Bertani parecem dar voz ao que as casas, seus fantasmas sussurram e murmuram, o que muitas vezes são medos internos que todos temos. O visitante é convidado a abrir as “portas” da sua percepção e conferir as várias possibilidades da fotografia, servindo como rastro para a imaginação. 

Cada imagem oferece possibilidades de se deparar com sombras, fantasmas, espectros, criaturas, que não se revelam ao primeiro olhar, mas na sua contemplação. O trabalho com a luz e a sua ausência são elementos essenciais para transfigurar o que é visto, remetendo à necessidade de dar tempo ao que se desconhece.

A curadora acrescenta que a literatura, o cinema, as séries há muito tempo apresentam as casas como protagonistas ou cenários para tramas de terror e horror. Casas que deixaram de ser lugares acolhedores para serem transformadas em ambientes nefastos. “A fotografia também é um suporte a ser explorado para a narrativa visual de terror, como já fazem Stacy Guinn e Ana Priscila Rodriguez, entre outros artistas”, pontua. 

Atualmente, as pessoas buscam por experiências imersivas, no entanto, o convite da exposição Casas do Mal é que o visitante faça uma imersão em seus medos. Como na frase do mestre do horror Stephen King em seu clássico “O Iluminado”: “coisas horríveis acontecem no mundo, e são coisas que ninguém pode explicar”. E essas “coisas horríveis” sempre começam na mente humana. 

Na cidade onde já acontece o Fantaspoa com sucesso, faltava um local para reunir pessoas que gostam de horror e terror. No café são realizadas palestras, exibições de filmes, debates e ações culturais voltadas aos gêneros. A exposição de Bertani será a primeira a estrear no espaço, onde outras mostras serão realizadas. 

SERVIÇO 

Exposição: Casas do Mal de Marcelo Bertani

Abertura: dia 18 de agosto, sexta-feira, das 18h às 22h

Local: Café Mal Assombrado (Fernando Machado, 513), no Centro Histórico de Porto Alegre

Visitação: até dia 30 de setembro, de terças-feiras a domingos, das 14h às 20h. 

Instagram @mbbertani

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